The Caves of Chaos

Quarta Sessão

Grupo: Barbudo (guerreiro Anão), Anash (clériga Humana, devota de Pelor), Iore (clérigo Anão, devoto de Moradin), Renly (feiticeiro Elfo), Xyk (ladrão Halfling).

Seguidores: Paul e Eddard (guardas Humanos), Macarn (Anão da Montanha, capitão dos guardas reais), Baranor, Malick e Sonja (Elfo da Floresta e Humanos, guardas reais), Ragnar (humano bábaro).

Nível: 2

Nota: As personagens foram adaptadas à nova versão das regras, e de acordo com a nova progressão de XP, actualizadas para nível 2.


Resumo: Os aventureiros e os seus seguidores continuam a explorar o complexo de cavernas, encontrando depois a saída que está bloqueada por quatro Bugbears armados. Com a ajuda dos guardas, o grupo carrega sobre as criaturas, mas é atacado pelas costas por um Minotauro empunhando um machado. Após uma luta difícil, o Minotauro foge e os Bugbears são derrotados.

O grupo pára para descansar e discutir o que fazer a seguir, quando são atacados por um enxame de Stirges, que são rapidamente aniquilados com magia e força de armas. Decidem então dar perseguição ao Minotauro, e rapidamente o encontram. Acabam por dialogar com ele e forjar um acordo: Minos, o Minotauro, acompanhá-los-há numa incursão pelo Santuário do Caos, onde acreditam estar o herdeiro real e a fonte dos recentes problemas nas cavernas do Caos.

Após uma noite de descanso, invadem o Santuário do Caos, onde encontram um grupo de iniciados que derrotam facilmente. Ao interrogá-los descobrem que existem de facto catacumbas onde o culto guarda os prisioneiros para posteriormente sacrificar.


Após terem guardado e distribuído entre si o tesouro, o grupo continua a seguir o rasto de sangue e os cascos em busca do líder dos Bugbears. Graças ao Barbudo, continuam a avançar até a escuridão começar a dissipar-se e a dar lugar à luz do sol.

Contudo, à medida que se aproximam do que aparenta ser a saída do labirinto, ouvem vozes graves e roucas que desconfiam pertencer a Bugbears. O ladrão Xyk avança sorrateiramente, e confirma a presença de quatro Bugbears que guardam a entrada da caverna. Do que ele consegue perceber, estão ocupados a discutir quem vai comer quem quando finalmente apanharem os aventureiros que invadiram o seu lar, envergonharam os seus guardas e atacaram o seu líder.

Xyk avisa os restantes companheiros, que decidem entre si atacar os Bugbears, que com certeza serão um adversário muito mais fácil do que o seu líder e um hipotético Minotauro. Contudo, à medida que se aproximam do halfling, fazem demasiado barulho, e os Bugbears notam a sua presença, pelo que são forçados a atacar.

Enquanto Xyk espera o momento certo para atacar das sombras, Anash e Renly utilizam os seus feitiços à distância, mas a trupe de guardas que os acompanha carrega sobre os Bugbears, bloqueando o caminho. Embora sejam bem intencionados, a sua perícia marcial fica aquém da dos aventureiros, e têm dificuldade em infligir golpes sólidos nos aventureiros.

Quando um dos guardas cai, o Barbudo toma o seu lugar e usa o seu machado para semear a destruição, enquanto Xyk aproveita a confusão da batalha para se esconder e lançar as suas adagas e Anash fulmina um Bugbear com os seus raios divinos. À medida que os Bugbears caem, os guardas vão-nos rodeando, impedindo-os de escapar.

MinotaurQuando a batalha parece estar prestes a terminar, ouvem passos pesados mas rápidos vindos da passagem por onde chegaram à entrada da caverna. De entre a escuridão surge finalmente o Minotauro, que carrega violentamente sobre Anash com os seus chifres. Contudo, o anão Iore interpõe o seu escudo, impedindo-o de empalar a clérica, embora ainda lhe cause algumas feridas.

O grupo mobiliza-se rapidamente para lidar com a ameaça, rodeando o Minotauro, que tem que usar o seu machado devido à impossibilidade de ganhar terreno e carregar novamente. Uma adaga de Xyk voa na sua direcção, causando graves feridas, e o machado do Barbudo e o martelo de Iore também causam estragos. Anash recua e lança os seus raios divinos contra a criatura, enquanto Eddard e Paul juntam-se ao grupo, e este último consegue espetar a sua espada debaixo das costelas do Minotauro.

O resto dos guardas, impossibilitados de ajudar, cuidam dos seus dois companheiros caídos e atam os Bugbears, por recomendação de Xyk.

Entretanto Iore é atingido por uma pedra nas costas, mas a sua armadura absorve qualquer dano possível, e a única coisa que vê é um vulto grande a recuar de volta para a escuridão. Os companheiro desconfiam que seja o líder dos Bugbears, demasiado ferido para se atrever a confrontá-los corpo a corpo.

O Minotauro, vendo que a batalha está a tomar um rumo pouco favorável, e tendo sofrido demasiadas feridas, decide fugir por uma segunda passagem junto à entrada, ainda inexplorada pelos aventureiros. Xyk, que se escondia nas sombras para preparar o seu ataque, aproveita a oportunidade quando ele passa e ataca-o, deixando-o ainda mais debilitado. Um rasto de sangue marca o local por onde ele passou, mas os aventureiros evitam em segui-lo devido à magia de desorientação que permeia o labirinto.

Decidem então interrogar um dos Bugbears que ainda esteja vivo. Embora dois deles já tenham perecido às feridas, os restantes estão ainda vivos, e Iore emprega a sua magia divina para os estabilizar. Acorda então um deles e, juntamente com Barbudo, procedem a um interrogatório minucioso, com este último como “polícia bom” e Iore como “polícia mau”.

O Bugbear cede rapidamente, e admite que os restantes prisioneiros foram entregues aos cultistas, em troca de dinheiro e comida. Quando lhe perguntam quantos eram esses prisioneiros, ele responde “muitos” (aparentemente o seu conhecimento de matemática termina no número 3). Como ele garantiu não saber mais nada sobre o destino que os cultistas davam aos prisioneiros, nem sobre o paradeiro do líder dos Bugbears, mesmo sobre ameaça de dano corporal, Iore deixa-o inconsciente com um murro.

StirgeEntretanto Xyk e Renly montam guarda no interior da gruta, cada um vigiando um dos túneis, quando uma série de guinchos ensurdecedores ecoa pelo, vindo da passagem por onde o Minotauro fugiu. Renly é o primeiro a ver a nova ameaça, um enxame de pequenas criaturas semelhantes a morcegos mas com quatro asas e um focinho comprido, que ele rapidamente identifica como sendo Stirges, criaturas que se alimentam do sangue de qualquer ser vivo que encontrem.

O feiticeiro consegue manter o seu sangue frio e espera pelo momento em que as criaturas se aproximem o máximo possível antes de lançar um leque de fogo mágico. Uma dezenas das criaturas não tem qualquer hipótese e caem no chão completamente esturricadas. Apenas três escaparam às chamas, e duas delas espetam o seu longo focinho na carne de Renly, começando a chupar o seu sangue.

Felizmente o resto dos companheiros mobiliza-se rapidamente para lidar com as criaturas: um raio certeiro de Anash esturrica uma delas, enquanto outra é arrancada do corpo do elfo pelo Barbudo e esborrachada com uma martelada de Iore. O terceiro recusa-se a largar Renly, por isso ele usa um dos seus mísseis mágicos à queima roupa para acabar com ele.

Os companheiro discutem então o que fazer a seguir, e Xyk acaba por convencê-los a perseguir o Minotauro e lidar com ele antes que recupere das suas feridas e os venha perseguir. Seguem então o rasto de sangue que os leva a uma câmara com uma única saída, dentro da qual estão várias criaturas semelhantes às que acabaram de matar. Uma vez que o rasto de sangue continua pela outra única saída da câmara, Barbudo regressa a uma bifurcação por onde passaram anteriormente e conclui que ambos os caminhos vão regressar à grande câmara onde encontraram o tesouro do Minotauro.

Dirigem-se então rapidamente para essa câmara, guiados pelo Barbudo, e quando lá chegam encontram o Minotauro sentado de cabeça baixa junto à porta secreta onde encontraram o seu tesouro. Este levanta-se e empunha o seu machado, mas os aventureiros decidem falar com ele, assegurando-o que não querem continuar a lutar.

Embora iniciem o seu discurso com desonestidade, mentindo quanto ao facto de terem sido eles os responsáveis pelo desaparecimento das suas relíquias, e depois tentando convencê-lo que já o venderam, rapidamente percebem que a criatura é sábia e não a conseguem enganar. Também as suas alegações que não tinham como saber que a caverna lhe pertenciam são rejeitadas pelo Minotauro, cujo conceito de identificação de posse se prende com odor e não com a escrita.

Acabam por questioná-lo quanto ao paradeiro do líder dos Bugbears e a sua aparente aliança. O Minotauro, cujo nome é Minos, admite que tinha aceitado ajudá-lo em troca de uma poção de cura, mas que ele tinha partido quando percebeu que a batalha estava perdida. Não nutre por ele lealdade nem ódio, e não se mostra interessado na oferta dos aventureiros de o livrarem da sua presença.

Quando finalmente os aventureiros explicam que vieram para as Cavernas do Caos em busca de um humano que estará na posse dos cultistas e pedem a sua ajuda, obtém uma reacção muito mais interessante do Minotauro. Este recusa-se pôr os pés dentro da caverna, que apelida de ‘Santuário do Caos’. Os aventureiros incentivam-no a explicar o porquê, e Minos fala-lhes um pouco dos eventos recentes da zona. As suas palavras recordam Anash, Renly e Iore de pedaços de informação histórica e lendas da região, e juntando o seu conhecimento ao relato de Minos, esboçam a seguinte crónica:

Em tempos idos, as cavernas do Caos eram dominadas pelo Culto do Caos Maligno, um culto mistério, uma espécie de religião de poderes antigos.

No caso particular do Culto do Caos Maligno, o objecto de veneração era uma presença ou energia destruidora que residia no interior da terra, debaixo das cavernas.

Essa presença terá sido descoberta por um clã de Anões da Montanha que tinham feito a sua morada no interior das escarpas que abrigam agora as Cavernas. Não se sabe se o clã terá abandonado a montanha devido à presença maligna em si, deixando o local vazio para as tribos selvagens e os cultistas, ou se foram forçados a fugir devido à chegada destes últimos.

Nessa altura as tribos selvagens eram muito mais numerosas e perigosas, pois eram incentivadas pelos cultistas a assaltar as aldeias das raças civilizadas em busca de pessoas para sacrificar ao Caos Maligno.

Este comportamento destrutivo acabou por ser o seu fim: um grupo de aventureiros conseguiu convencer o Rei a deixá-los liderar parte do seu exército numa campanha para exterminar o culto e as tribos selvagens. Embora não tenham acabado de vez com estas últimas, o culto foi completamente aniquilado, e o Santuário do Caos abandonado.

Infelizmente, os aventureiros não tinham conhecimento da história do clã de Anões que ali tinha habitado, e portanto não se aperceberam que o mal estava na terra e não apenas no culto.

Alguns anos depois, uma Medusa terá chegado às cavernas, aproveitando-se da posição enfraquecida das tribos selvagens para se instalar como soberana das Cavernas, passando a habitar no antigo Santuário do Caos. Embora estivesse ciente da presença do Caos Maligno, não era sua intenção venerá-lo, pretendendo apenas beneficiar da protecção e sustento que os selvagens lhe podiam proporcionar.

Na altura Minos era ainda um jovem Minotauro, tendo feito o seu lar nas Cavernas ainda antes da chegada da Medusa. Esta formou um entendimento com ele, garantindo que as tribos selvagens o respeitavam e não se atreviam a invadir o seu labirinto, enquanto que Minos a reconhecia como líder das Cavernas e daria força e legitimidade à sua presença ali.

Após várias décadas de relativa paz, alguns meses antes dos actuais eventos, um grupo de humanos encapuzados surgiu repentinamente e invadiu o Santuário do Caos. Não se sabe se terão morto ou expulso a Medusa, mas rapidamente restabeleceram o Culto do Caos Maligno, assumindo-se como os novos líderes das Cavernas.

As raças selvagens aceitaram-nos de bom grado, pois estes incentivavam-nas a invadir e pilhar as aldeias, como antigamente, e ofereciam recompensas generosas a quem lhes trouxesse reféns.

Com o rapto do herdeiro Real e o sacrifício cerimonial na próxima Lua Cheia, as Cavernas do Caos podem voltar a representar uma grande ameaça não só para as aldeias locais como para todo o reino...

Minos explica então que, desde o regresso do Culto do Caos Maligno, as tribos selvagens deixaram de respeitar a sua presença, e por vezes invadem o seu labirinto, tentando roubar o seu tesouro ou mesmo matá-lo.

Xyk, percebendo o dilema de Minos, convence-o a juntar-se a eles na batalha contra os cultistas dizendo-lhe que se não se livrar deles, em vez de ‘Minos, o Minotauro das Cavernas do Caos’, será apenas um minotauro que em tempos lá habitou.

Minos tem, contudo, as suas próprias condições: pretende reaver o seu tesouro. Após alguma negociação, os aventureiros acabam por devolver o dinheiro e jóias, bem como a lança e armadura mágicas, e a poção de cura, sob a condição de devolverem o Bordão de Cura depois da sua missão terminar.

Os aventureiros e os guardas montam então acampamento dentro do labirinto do Minotauro, cuidam das suas feridas e dormem até à meia-noite.

XP: 525 (total 1945, nível 3)


EntradaEstando todos recuperados da batalha, decidem pôr-se a caminho do Santuário do Caos, mas antes Macarn envia um dos seus guardas a Hamlet, em busca de ajuda. À medida que se aproximam do local indicado por Minos, notam que existe um caminho bastante percorrido através das escarpas que levam à sua entrada. As poucas árvores perto da caverna estão obscenamente inchadas e retorcidas. A própria entrada distingue-se das demais grutas por ser maior e mais trabalhada, mas estar muito mais deteriorada.

Quando entram estão num corredor largo e comprido de tecto abobado. O silêncio é absoluto, e o ar estagnado. Nas paredes de pedra talhada notam camadas de algum mineral vermelho intercaladas com veios negros. O espaço está iluminado com tochas, mas isso não o torna menos desconfortável e ominoso.

No extremo Sul o corredor faz uma curva para Oeste, pelo que os aventureiros não conseguem ver onde termina, mas a Norte vêm duas portas de madeiras sólida com puxadores de ferro preto, e o corredor faz um ângulo de noventa graus para Oeste.

Xyk decide ir verificar as portas o mais discretamente possível, para não perturbar o silêncio que reina no interior do Santuário. A primeira porta está trancada, mas livre de armadilhas, e o diminuto ladrão rapidamente leva a melhor sobre a fechadura. Abrindo a porta tão devagar quanto possível, depara com uma escadaria íngreme mergulhada na penumbra, que vira a Sul a uma distância de vinte pés da porta.

Quando Xyk observa a outra porta, ouve vozes vindas do interior, e por isso decide não mexer no mecanismo, chamando os seus companheiros para o ajudar. Os guardas e o Minotauro mantêm-se na entrada do túnel, para evitar causar demasiado alarido.

Estando os cinco companheiros preparados, Xyk abre a porta silenciosamente. À sua frente está uma câmara espaçosa mobilada com camas rasteiras, um braseiro, um pequeno armário, uma selha de água, um balde, bancos e uma mesa, sobre a qual está um jarro de vinho e vários copos.

Quatro humanos jovens estão sentados à mesa, vestidos com robes vermelho-escuros, com os capuzes para trás. Em frente ao peito de cada um está um pendente com o símbolo de uma espiral flamejante. Discutem animadamente como evocar demónios e convencê-los a tornarem-se seus aliados, mas a porta a abrir não é suficientemente silenciosa, e a conversa é interrompida.

Flame spiral

Santuário do Caos,  sessão 4Um deles levanta-se, questionando a identidade dos aventureiros, que tentam convencê-los de que são os novos cultistas, mas o aspecto díspar do grupo e o seu equipamento trai-los imediatamente. O cultista pergunta-lhes então qual o nome do líder do Culto, que eles não sabem responder.

Embora tentem virar a situação contra ele perguntando-lhe se ele próprio sabe o nome do líder, ele não cai na sua esparrela, afirmando que, como iniciado do Culto, nunca revelará tal informação.

Xyk cansa-se da via diplomática, e tenta atingi-lo com uma adaga, mas por azar esta escorrega-lhe da mão, caindo inofensivamente em frente ao cultista, que, juntamente com dois dos seus companheiros, abre as hostilidades. O quarto cultista esconde-se atrás do armário aterrorizado.

O Halfling redime-se atingindo o primeiro cultista com uma pedra na testa, e Iore derruba-o com o seu martelo, partindo-lhe o braço no processo. Contudo, um dos seus companheiros usa alguma forma de magia para o curar, e ataca Iore com a sua maça. O despertar do cultista caído dura pouco tempo: Anash fulmina-o com um dos seus raios, deixando-o novamente inconsciente e a fumegar.

Um dos cultistas que entrou na batalha começa a hesitar, e o Barbudo tenta convencer o outro que é melhor render-se. Quando este responde com um discurso louco sobre as forças do Caos e o facto do seu Santuário em breve servir de sepultura aos aventureiros e como os seus corpos serão depois transformados em mortos-vivos, o Anão farta-se e decapita-o com o seu machado.

Perante tal visão, o outro cultista rende-se, e a batalha termina. Xyk ordena aos dois cultistas que retirem os seus robes, e dentro de um armário encontra mais das mesmas vestimentas, suficientes para disfarçar o grupo e os guardas. Reparam também que os quatro usavam uma armadura de couro com grossos anéis de metal cosidos, que permitem equipar alguns dos guardas reais.

Uma breve interrogação aos cultistas permite-lhes concluir que eles pouco sabem sobre o verdadeiro propósito do Culto, mas conseguem dizer-lhes que os prisioneiros se encontram nas catacumbas, no fundo da escadaria que Xyk descobriu.

Renly tenta convencer um deles a juntar-se ao grupo, questionando-o sobre as suas habilidades mágicas, mas o rapaz está demasiado assustado com toda a situação, admitindo que nunca se tinha sentido muito seguro quanto a juntar-se ao Culto. Querendo evitar mais demoras, Barbudo aproveita a sua distracção para o esmurrar na nuca, deixando-o inconsciente, e depois repete o processo com o outro cultista. Os dois que estão vivos são atados, e todos eles colocados nas camas e tapados com mantas.

Os aventureiros preparam-se para continuar a explorar o Santuário, quando ouvem passos e gemidos vindos do corredor a Sul…

Dados

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