The Caves of Chaos

Terceira Sessão

Grupo: Barbudo (guerreiro Anão), Anash (clériga Humana, devota de Pelor), Iore (clérigo Anão, devoto de Moradin), Renly (feiticeiro Elfo), Xyk (ladrão Halfling).

Seguidores: Paul e Eddard (guardas Humanos).

Nível: 1


Resumo: O grupo regressa às Cavernas do Caos, acompanhado pelos dois guardas que resgataram na sua incursão anterior. Tentam dialogar com a tribo dos Orcs, mas na primeira caverna são mal recebidos pelas criaturas. Passam então à caverna seguinte, mas são atacados por Kobolds no caminho. As criaturas frágeis rapidamente percebem que não têm hipótese e retiram-se.

Na segunda caverna conseguem chegar à fala com Ishrak, que os informa que a sua tribo trocou os prisioneiros por comida com a tribo dos Bugbears. Também lhes transmite a informação que as tribos selvagens trocam prisioneiros com o Culto do Caos Maligno, um grupo de cultistas que se instalou recentemente numa das caverna conhecida como o Santuário do Caos.

Os aventureiros dirigem-se então à caverna dos Bugbears, onde conseguem enganar e prender os guardas. Encontram vários prisioneiros, entre os quais os guardas que acompanhavam o séquito real (do qual foram separados quando os Orcs fizeram a troca com os Bugbears), além um guerreiro bárbaro e um Bugbear rebelde que os acompanha durante algum tempo.

Confrontam depois o líder dos Bugbears em batalha, mas este foge por uma passagem secreta quando percebe que está em desvantagem. Seguem-no até um complexo de cavernas labirintícas, onde encontram um tesouro escondido numa passagem secreta, e continuam a sua busca.


Hamlet streets Os aventureiros regressam à cidade de Hamlet vindos das Cavernas do Caos, onde resgataram o casal de mercadores Finn e Anara, bem como os seus guardas Eddard e Paul. O casal, agradecido por lhes terem salvo a vida, recompensa-os com trinta moedas de ouro a cada, e cede-lhes o serviço dos seus guardas durante um mês, mediante a condição que permaneçam na região em redor de Hamlet.
Após se despedirem do casal, o grupo decide ir vender os seus despojos: das suas incursões resultou uma grande quantidade de armas e armaduras que lhes rendeu uma boa quantia na milícia e em alguns ferreiros locais – a procura de armas é elevada devido aos ataques recentes das tribos selvagens.
No total conseguem arrecadar perto de duas mil e quinhentas moedas de outro, boa parte das quais são imediatamente investidas para adaptar o arnês que pertencera ao líder dos Hoboglins ao físico mais atarracado do anão Iore (mil e quinhentas moedas de ouro, já com um generoso desconto por parte do ferreiro anão que fez o trabalho).
Enquanto o ferreiro tira as medidas a Iore e deita as mãos ao trabalho, o resto do grupo visita o templo de Pelor para adquirir poções de cura. Uma vez que tinham feito um bom lucro na venda das armas, compraram três poções para cada um, com excepção da Anash que pode evocar os seus poderes divinos para curar (o custo total foi de seiscentas moedas de ouro). Pelor Church
Uma vez que a tarde ia já avançada quando terminaram os seus afazeres, decidiram passar a noite em Hamlet, instalando-se no Pónei Malhado, uma estalagem modesta mas confortável.
Fundos: 526 moedas de ouro.

Devidamente equipados e abastecidos para prosseguir com a sua missão, o grupo de aventureiros dirigiu-se novamente às Cavernas do Caos, acompanhados por Paul e Eddard. A viagem decorreu sem percalços, e a meio da manhã estão novamente a contemplar o malfadado local. Notam rapidamente que a gruta através da qual acederam à caverna dos Goblins se encontra tapada com um penedo, mas não averiguaram se o mesmo ocorreu com a entrada através da gruta do Ogre.

Graças à informação fornecida por Rashka, rapidamente identificam que existem duas cavernas habitadas pelos Orcs, e dirigem-se à mais próxima, situada mais a Este.

Quando espreitam para o interior da caverna, pouco mais vêm que a escuridão, e ouvem vozes roucas e agrestes vindas de um túnel a Oeste. Assim que os seus olhos se adaptam à falta de iluminação, apercebem-se de um espectáculo grotesco: a parede oposta, a cerca de 30 pés da entrada da caverna, encontra-se coberta de pequenos nichos nos quais repousam cabeças humanóides em vários estados de composição, com especial frequência de elfos e anões.

A sensibilidade élfica de Renly rapidamente lhe permite detectar que uma das cabeças pertence a um Orc e, ao contrário das outras, aparenta estar ainda viva. Após chamar discretamente a atenção para este facto, todo o grupo presencia a cabeça a baixar e ser substituída por outra, desta vez de facto morta.

Xyk, com a coragem habitual aos da sua raça, dirige-se silenciosamente até à parede, remove a cabeça e espreita através do buraco por onde a outra cabeça desapareceu. Do outro lado vê vários Orcs a deslocarem-se rapidamente para Oeste, mas é interrompido quando o vigia se aproxima para retomar a sua posição. Embora tenha tempo de se agachar antes de ser visto, o buraco está agora vazio, e o Orc rapidamente se apercebe que o grupo tem conhecimento da sua presença.

OrcXyk regressa para junto dos seus companheiros, e decidem esperar que a comitiva Orc chegue até eles do lado de fora da caverna. Poucos instantes depois aparecem quatro Orcs munidos de espadas toscas mas atrozes, e com ar de quem apenas espera um pretexto para lhes dar uso. Renly explica que vieram à procura de Ishrak, mas como as suas palavras parecem despertar ainda mais o ódio dos Orcs, Anash pergunta pelos reféns. Os humanóides respondem cruamente que não têm nada a ver com o rapto, e ameaçam os aventureiros com morte caso não se afastem rapidamente.

Entretanto chegam mais quatro Orcs vindos da passagem a Este, igualmente armados e ferozes, pelo que os aventureiros decidem ser melhor explorar outras opções. Virando-lhes as costas sem mais palavras, dirigem-se à outra caverna onde supostamente habitam Orcs, um pouco mais a Oeste. No seu caminho atravessam o pequeno bosque a montante da gruta dos Kobolds.

KoboldQuando estão já debaixo da sombra das árvores, uma saraivada de lanças voa na sua direcção, mas graças ao escudo de Iore e aos reflexos rápidos do grupo, ninguém é ferido. Entre as árvores conseguem distinguir um grupo de oito Kobolds, pequenas criaturas de aspecto reptiliano, munidas de lanças com quase o dobro do seu tamanho.

As criaturas carregam sobre o grupo, que responde o melhor que pode, embora a agilidade das criaturas lhes permita evadir muitos golpes. Paul é ferido por uma das criaturas que empunha uma adaga, mas após Anash pulverizar um deles com um raio certeiro e o Barbudo decepar outros dois com golpes de machado, os restantes rendem-se. Os aventureiros permitem-lhes que levem os corpos dos seus companheiros caídos, e eles rapidamente desaparecem na direcção do seu lar.

Após este percalço, o grupo chega à segunda caverna dos Orcs, na qual presumivelmente habitará uma tribo diferente. A entrada consiste numa passagem com 10 pés de largura, que se prolonga por 10 pés apenas e trifurca posteriormente para Norte, Este e Oeste.

Mais uma vez Xyk faz as honras, e dirige-se silenciosamente para a bifurcação, com o intuito de espreitar nas três direcções, mas desta vez é surpreendido ao tropeçar num conjunto de fios que despoletam uma armadilha: do tecto da caverna cai uma rede com pesos e vários pedaços de metal que produzem uma cacofonia de sons que ecoam pelas cavernas. Felizmente, o pequeno ladrão conseguiu recuar a tempo de não ser apanhado debaixo da rede.

As vozes agrestes e passos apressados não se fazem esperar, e pouco tempo depois aparecem três Orcs vindos de Este e outros três vindos de Oeste. Esta tribo aparenta ter uma preferência por machados de guerra, mas a sua atitude é tão acolhedora como a da anterior. Contudo, desta vez a referência a Ishrak parece surtir algum efeito. Alguma persuasão por parte do grupo, especialmente a implicação de Ishrak ser um mensageiro entre os aventureiros e o líder da tribo, acabam por convencê-los a chamá-lo.

Pouco tempo depois Ishrak vem ao seu encontro, embora não pareça nada feliz com a sua visita. Em poucas e rudes palavras, diz-lhes que não os irá ajudar, mostrando-se agressivo, insultuoso e fanfarrão. Contudo, aproveitando o facto de estar de costas para os seus congéneres, aponta para o bosque de onde os aventureiros vieram, e faz sinal para que esperem.

Cult of chaosO grupo assim o faz, e por volta do meio dia, Ishrak aparece. Embora mantenha a sua atitude fria e superior, é muito mais prestável, e explica que os reféns já não se encontram com a sua tribo: foram trocados por provisões com a tribo dos Bugbears. Segundo ele, os prisioneiros de raças civilizadas são muito usados como moeda de troca, especialmente desde que um culto misterioso se instalou nas Cavernas.

Quando inquirido sobre o culto, ele diz que são um grupo de lunáticos que se instalou no chamado Santuário do Caos e faz sacrifícios humanos em noites de Lua Cheia, recompensando generosamente as tribos selvagens que lhes tragam vítimas. Contudo, nem todas as tribos estão interessadas em ouro e prata, e por isso aqueles que têm outros bens trocam-nos pelos prisioneiros para depois os trocarem com o o culto por dinheiro. Perante a preocupação dos aventureiros quanto ao facto da próxima Lua Cheia ocorrer daí a uma semana, Ishrak reage com um sorriso trocista. O Orc deixa bem claro que a sua dívida está saldada, e avisa-os que não o voltem a importunar nem à sua tribo.

Com um sentimento de urgência acrescido, os aventureiros dirigem-se ao bosque onde o líder dos Goblins afirmou estar a entrada para o lar dos Hobgoblins. No seu interior encontram várias árvores com cortes e marcas variadas, especialmente junto à boca de uma caverna, e numa delas está pregado um escudo de corpo inteiro com a seguinte missiva na língua comum:

Segurança, protecção e repouso para todos – bem vindos!
Entrem e falem com o primeiro guarda à esquerda para uma refeição quente e uma cama.

Os aventureiros, intrigados pela estranha mensagem, decidem entrar cautelosamente. Uma vez lá dentro encontram duas passagens: uma que se dirige para Este, onde parece haver apenas silêncio e escuridão, e outra para Oeste, de onde vem uma luz quente e tremeluzente, e um cheiro agradável a carne assada.

BugbearXyk segue a luz e o aroma e passa ao lado de uma escadaria até uma sala quadrada de grandes dimensões (35), onde se encontram três Bugbears sentados em frente a um braseiro no canto a Sudoeste, sobre o qual estão pendurados vários espetos com carne de aspecto apetitoso. Na parede a Oeste encontra-se montado um grande gongo de latão.

O halfling regressa para junto dos seus companheiros e relata o sucedido. Renly propõe um plano: ele irá abordar os Bugbears como se tivesse acreditado na mensagem do lado de fora da caverna, e os seus companheiros aproveitariam a distracção para invadir a sala de rompante, rodear os guardas e impedi-los de soar o alarme.

O elfo dirige-se então à sala e anuncia-se perante os Bugbears. Um deles parece ser o mais versado na língua comum, e recebe-o tão calorosamente quanto lhe é possível e convida-o a sentar-se e comer um bom naco da sua deliciosa carne de boi. Renly assobia como que em aprovação do repasto, o que na verdade é um sinal para os seus companheiros fazerem a sua parte do plano.

Rapidamente os Bugbears estão rodeados e em grande desvantagem numérica (sete contra três), pelo que se rendem. Anash ata-lhes as mãos e os pés enquanto Xyk se dirige para o corredor a Este. Perante nova bifurcação, ele explora a passagem a Norte, que vai dar a uma porta fechada atrás da qual ele ouve várias vozes graves, que assume pertencerem ao resto da tribo. Não querendo envolver-se com tão poderosos adversários, volta para trás e explora a escadaria descendente a Sul.

Esta levou-o até uma sala rectangular (39) onde cinco Bugbears descansavam, uns sentados numa mesa comprida, outros deitados em esteiras no chão. Várias caixas e barris ocupam o espaço junto às paredes, e da sala partem dois corredores em direcções opostas.

Após ser informado sobre a situação, o grupo decide tentar novamente a mesma abordagem: enquanto os outros companheiros se escondem no túnel a Norte e junto à entrada da caverna, Renly dirige-se ao cimo das escadas levando um dos espetos com carne na mão, assobia e diz: “O almoço está pronto, venham comer!”.

Os Bugbears, intrigados, entreolham-se, e o elfo insiste mais uma vez e vai-se embora. Poucos instantes depois três dos Hobgoblins emergem da escadaria, deslocando-se cautelosamente na direcção da sala onde a carne estava a ser cozinhada. São facilmente emboscados pelos aventureiros, que aparecem de ambos os lados do corredor, e rendem-se rapidamente.

Quando Renly tenta chamar a atenção dos outros dois Bugbears que permaneciam na sala, é recebido com um flecha que o atinge no braço e foge. As duas criaturas vêm em sua perseguição, mas também eles se rendem após uma curta troca de golpes com os aventureiros, não sem antes lançarem urros que provavelmente terão deixado os restantes habitantes da caverna em alerta.

Após atarem e amordaçarem todos os Bugbears, os aventureiros deixam Paul e Eddard a vigiá-los e vão explorar a sala em que eles se encontravam. Dentro das caixas e barris encontram alimentos e bebidas de baixa qualidade, que optam por deixar para trás. Numa das paredes encontram um chaveiro pendurado num prego.

Explorando ambos os corredores verificam que vão dar cada um a uma porta de ferro trancada, mas que as já mencionadas chaves permitem abrir. Ambas dão acesso a prisões (40 e 41), que não são mais que salas com o chão coberto de palha e várias pessoas presas à parede através de correntes e grilhões. O variado grupo inclui:

  • Cinco guardas pertencentes à escolta dos emissários reais (dois humanos, dois elfos e um anão);
  • Um guerreiro bárbaro humano;
  • Três Kobolds;
  • Um Goblin;
  • Três Hobgoblins;
  • Um Gnoll;
  • Um Bugbear rebelde;

MacarnO chefe dos guardas reais, um anão que dá pelo nome de Macarn, explica-lhes que os seus raptores os trocaram com a tribo dos Bugbears, mas foram separados dos restantes emissários assim que chegaram ao seu actual paradeiro. Quando os aventureiros revelam que o seu objectivo é resgatar o herdeiro real, os guardas insistem imediatamente em juntar-se a eles.

O grupo decide libertar os Kobolds e o Goblin e deixá-los partir, embora contra a vontade de Macarn. Os restantes humanóides selvagens são libertados na condição de ajudarem a combater os Bugbears, mas à primeira oportunidade fogem e os aventureiros não se preocupam em persegui-los.

Ao guerreiro bárbaro, que se intitula Ragnar, é também dada a oportunidade de se ir embora, mas ele opta por ficar com eles, embora o grupo ache seus modos arrogantes e trocistas.

O Bugbear, de nome Shadreg, revela-se um caso mais fácil do que o esperado: ele afirma detestar os seus congéneres, que apelida de burros e selvagens, e está disposto a juntar-se ao grupo de bom grado, pois quer vingar-se da tribo que o prendeu e maltratou. Ele concorda levá-los até ao líder dos Bugbears, que saberá mais sobre o paradeiro dos restantes reféns.

BugbearsDirigem-se então à sala onde prenderam os Bugbears, e os guardas equipam-se com as clavas (morningstar) dos Bugbears derrotados, e depois sobem as escadas para Norte, que vão dar a um corredor com duas portas. De acordo com Shadreg, a porta a Oeste leva aos aposentos do líder da tribo (36), pelo que o halfling Xyk usa as suas ferramentas para a destrancar.

Lá dentro estão dois Bugbears à sua espera: um macho particularmente musculado empunhando um machado enorme, e uma fêmea armada com uma clava. Felizmente o halfling consegue recuar antes de ser atacado, fechando a porta atrás de si. Como os Bugbears não o seguem, o grupo decide levar a batalha aos seus aposentos. Os anões Barbudo e Iore lideram o ataque, encurralando o líder a um canto, enquanto que Xyk ataca a fêmea à distância com a sua funda.

Os restantes aventureiros mal chegam a participar, pois ao fim de dois golpes possantes dos anões, o líder está já gravemente ferido e foge por uma porta secreta na parede a Oeste, deixando a sua companheira para trás. Xyk incita Eddard e Paul a ajudarem-no a atacá-la, mas estes hesitam, pois ela não só está em desvantagem como não mostra sinais de querer retaliar. Entretanto Shadreg acaba por revelar as suas verdadeiras motivações ao acusá-la de o ter rejeito a favor do líder da tribo. Os dois ficam a discutir a um canto enquanto o grupo vasculha o quarto.

Xyk facilmente consegue descobrir o mecanismo que activa a porta secreta, que abre para um túnel bafiento. Renly usa o seu feitiço de detectar magia e nota uma aura forte de ilusão que permeia toda a zona a Oeste da passagem.

O seu feitiço também lhes permite descobrir que existe um cofre num nicho junto ao tecto na parede a Sul. O ladrão Xyk sobe para os ombros do elfo para o alcançar, mas o cofre revela-se mais pesado do que o esperado, e acaba por cair ao chão. No seu interior encontram um frasco cheio intacto e outro quebrado, e várias moedas de prata e uma estatueta mergulhadas num líquido esverdeado. Como o halfling não é apenas ladrão de profissão, mas também destilador de álcool, consegue usar as suas ferramentas para separar e decantar o líquido e armazená-lo num recipiente vazio. Anash identifica facilmente o conteúdo de ambos os frascos como poção de cura, que ela guarda para uso posterior.

Escudo MágicoAntes de seguirem o túnel em perseguição do Bugbear, Xyk decide ir destrancar a outra porta que tinham visto, que abre para uma espécie de despensa (37), cheia de caixas e barris com alimentos secos e salgados de muito boa qualidade, dos quais ele tira alguma quantidade. Trás também uma barrica de óleo, e com pena deixa para trás os barris de vinho e cerveja.

Sobre uma mesa repousam vários pedaços de couro, além de uma taça de metal larga e rasa cheia de ervas, que Anash identifica como sendo nepenta, e guarda uma mão-cheia. Renly nota que da taça emana uma aura de magia de abjuração, e ao virá-la conclui tratar-se de um escudo. Além de ser extremamente polido, a ponto de servir de espelho, tem um feitiço protector que ajuda a repelir ataques. Iore oferece o seu velho mas fiável escudo de ferro ao Anão Macarn, e equipa a nova peça.

Lar dos Bugbears, sessão 3

Estando o ladrão satisfeito com a sua pilhagem, seguem pela passagem secreta, que os leva até uma câmara onde três escaravelhos vermelhos do tamanho de cães bloqueiam a passagem. Querendo evitar mais confrontos, Xyk atira-lhes a comida que encontrou na despensa dos Bugbears, que as criaturas se entretêm a comer, permitindo a passagem do grupo de aventureiros e dos guardas.

Firebeetles

A caverna onde deambulam revela-se um autêntico labirinto, e todos eles sentem tonturas e uma desorientação pouco comum à medida que avançam. Felizmente o Barbudo consegue manter a sua concentração e orientar o grupo pelas passagens, seguindo um rasto de sangue que presumivelmente pertencia ao líder dos Bugbears.

Após vários cruzamentos e passagens, vão ter a uma câmara de grandes dimensões, onde vários ossos humanóides pilham o chão, aqui e ali formando padrões algo complexos. Por todo o lado notam-se marcas de cascos, e os aventureiros, juntando toda a informação começam a desconfiar tratar-se do lar de um minotauro, uma criatura mítica com o corpo de um homem e a cabeça e força de um touro.

Enquanto vão vasculhando a área, Renly repara que na parede a Oeste existe uma zona em que o chão está raspado, e quando se juntam todos rapidamente percebem que um pedaço da parede é na verdade uma porta de pedra. Abrindo-a com força de braços, descobrem no seu interior vários cofres trancados, e um deles armadilhado. Xyk remove a armadilha (e guarda a agulha venenosa), e destranca-os. No seu interior encontram:

  • 130 moedas de ouro;
  • 50 moedas de electrum;
  • Um anel de prata (10 gp segundo o Xyk);
  • Um alfinete de peito com uma pequena gema (15 gp);
  • Um colar de ouro (20 gp);

Além disso também encontram artefactos mágicos que Anash e Renly identificam como sendo:

  • Uma lança mágica (+1 ao ataque e dano);
  • Um bordão de cura (cura 2d8 cinco vezes por dia, só pode ser usado uma vez por criatura por dia);
  • Um arnês mágico (+1 ao AC);
  • Poção de eterealidade;
  • Poção de cura (1d8);
  • Poção de força (quem bebe fica com 18 à STR por uma hora);

Animados com o tesouro, os aventureiros prosseguem em frente, decididos a encontrar o líder dos Bugbears e descobrir o que aconteceu ao herdeiro real…

Dados

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